Por que o STF declarou Moro parcial, página por página
Em março de 2021, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o ex-juiz Sergio Moro não teve isenção para julgar Lula e anulou o processo do triplex do Guarujá. Este guia tira você do zero na decisão, chamada acórdão, de 441 páginas, e em outras duas ligadas a ela: a que anulou as condenações de Curitiba e a do Comitê de Direitos Humanos da ONU. Cada ponto abre a página certa, com o trecho marcado.
O acórdão julga se o juiz foi imparcial, não se Lula cometeu crime. Depois dele, nenhuma condenação de Lula ficou de pé (veja Desfecho).
Outros guias neste site: A denúncia das rachadinhas e O cargo de Flávio na Câmara.
Como ler este guia
- documentado está registrado no documento: o que o tribunal ou o Comitê da ONU decidiu, o voto de um ministro ou um ato do processo, com data e página.
- alegado é o que um ministro, um membro do Comitê, uma das partes ou as mensagens hackeadas afirmam. Está no documento, mas não é a decisão.
- interpretação é uma leitura nossa, que liga fatos. Não está escrita nos documentos.
Entenda em 2 minutos
Os números da decisão
Cronologia
Do grampo nos advogados de Lula, em 2016, até a decisão do STF, em 2021. Toque em “Ver na página” para abrir o documento.
Temas de pesquisa
Escolha um tema. O guia leva você pelos pontos, um a um, e vai marcando cada trecho no acórdão.
Roteiro de Tudo
Todos os pontos relevantes que encontramos no acórdão, inclusive os menores. Cada item tem página e etiqueta. Use os filtros ou a busca.
Fatos extras, fora do acórdão
Nada aqui está no acórdão. Cada item vem de fonte pública, com link. Inclui o que aconteceu com Moro depois da decisão e o histórico do PL, partido ao qual ele se filiou em 2026, na Lava Jato e no mensalão.